21.11.07
23 e 24 de Novembro - em Lisboa Oriental
«Brava Dança» no próximo fim de semana em Braço de Prata :
sexta 23, o filme; sábado 24, os extras.
Às 22h00.
A entrada é livre.
A saída também.
24.9.07
A 4 de Outubro, no Fundão
«Brava Dança» será exibido na noite de dia 4, tal como consta do programa.
E nós lá estaremos também: desta vez é o JOPP que vai integrar um dos júris.
Retratos poveiros
Passadas duas semanas, está mais do que na altura de fazer um pequeno balanço da incursão no VIMUS, primeira edição (ou edição experimental, como também lhe chamaram) do novo festival de video e música que a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim pretende levar a cabo doravante, graças a uma proposta de Marco Santos e Hilário Amorim, os organizadores da função.
A programação, já se sabe, era extensa, e não houve tempo para ver tudo. Mas do que se viu sobraram razões para alegria nas várias histórias de liberdade e resistência que continuam em curso no país - ou seja, apesar do país - e agora perfiladas em filmes. Destaques (pessoais, pelo menos) para «Filhos do Tédio», de Rodrigo Fernandes e Rita Alcaire e para a «Enciclopédia do Hip-Hop, vol. 1», de Uncle C (que tem já em curso o vol.2). Foi um prazer conhecê-los, bem como ao Miguel Braga, ao Ricardo Viana, e a outros amigos. E, claro, foi um prazer redobrado rever Álvaro Costa, um dos suspeitos do costume.
Acabadinhas de descarregar da memória do telemóvel, eis seguidamente as imagens que fixaram algumas das ocasiões. A saber: 1) Álvaro Costa fazendo as honras da casa em pleno palco do Casino da Póvoa, na noite de abertura; 2) José Francisco Pinheiro vigiando de perto o implacável João Pedro Gomes; 3) o mesmo José Francisco Pinheiro na dupla função de presidente do júri e preparador da sua própria retrospectiva, tarefas que lhe ocuparam boa parte dos dias, para não falarmos das noites; 4) e 5) a praia da Póvoa, junto à qual decorria tudo o que interessava; 6) ainda o mesmo José na apresentação da sua retrospectiva, com o MC Álvaro Costa, no célebre Diana Bar onde José Régio tinha (e tem) lugar de honra; 7) Marco Santos e Hilário Amorim no final da função, cansados mas felizes; 8) provavelmente o melhor relógio de praia do país.
A programação, já se sabe, era extensa, e não houve tempo para ver tudo. Mas do que se viu sobraram razões para alegria nas várias histórias de liberdade e resistência que continuam em curso no país - ou seja, apesar do país - e agora perfiladas em filmes. Destaques (pessoais, pelo menos) para «Filhos do Tédio», de Rodrigo Fernandes e Rita Alcaire e para a «Enciclopédia do Hip-Hop, vol. 1», de Uncle C (que tem já em curso o vol.2). Foi um prazer conhecê-los, bem como ao Miguel Braga, ao Ricardo Viana, e a outros amigos. E, claro, foi um prazer redobrado rever Álvaro Costa, um dos suspeitos do costume.
Acabadinhas de descarregar da memória do telemóvel, eis seguidamente as imagens que fixaram algumas das ocasiões. A saber: 1) Álvaro Costa fazendo as honras da casa em pleno palco do Casino da Póvoa, na noite de abertura; 2) José Francisco Pinheiro vigiando de perto o implacável João Pedro Gomes; 3) o mesmo José Francisco Pinheiro na dupla função de presidente do júri e preparador da sua própria retrospectiva, tarefas que lhe ocuparam boa parte dos dias, para não falarmos das noites; 4) e 5) a praia da Póvoa, junto à qual decorria tudo o que interessava; 6) ainda o mesmo José na apresentação da sua retrospectiva, com o MC Álvaro Costa, no célebre Diana Bar onde José Régio tinha (e tem) lugar de honra; 7) Marco Santos e Hilário Amorim no final da função, cansados mas felizes; 8) provavelmente o melhor relógio de praia do país.
1.9.07
Dia 9 de Setembro, na Póvoa de Varzim
«Brava Dança» será exibido na Póvoa de Varzim, pelas 18h30 do próximo domingo, 9 de Setembro, no Diana Bar, antecedendo a entrega de prémios do primeiro Festival Internacional de Video Musical daquela cidade. Causa próxima e substancial para a presença do filme, que é apresentado extra-competição: uma retrospectiva da loooooonga obra de ZEFP em matéria (precisamente) de videos musicais. Bastará dizer que a dita retrospectiva se prolonga por vários dias e se estende a vários espaços da localidade; e que o melhor, portanto, será consultar o programa detalhado. E depois analisá-la demoradamente.
4.8.07
«Brava Dança» na abertura de Paredes de Coura
Até ao final do evento, os nossos destaques vão para «Glastonbury», do tio Julien Temple (dia 13, 15h00) e para os dois últimos filmes do ciclo, no dia 15: «American hardcore - The History of American Punk Rock 1980-1986», de Paul Rachman e Steven Blush, e «Beastie Boys - Awesome, I Fucking shot that», de Adam Yauch.
Curiosidade suplementar: todos estes trabalhos foram concluídos em 2006.
3.8.07
Em Barcelona, há muitos dias
Têm-nos chegado algumas queixas, motivadas pela falta de actualização deste blog.
É natural. E ainda bem.
Para remediar a situação, eis uma pequena reportagem fotográfica da nossa ida a Barcelona, no princípio de Junho.
A viagem foi curta, e as imagens apenas cobrem parte do percurso diurno: aeroporto da Portela, aeroporto de Barcelona, digressão pelo Museu de Arte Contemporânea - mesmo em frente às faculdades de Filosofia e de Geografia e História da universidade local - passagem pelo Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona (CCCB), e finalmente chegada ao cinema Casablanca Graciá, onde o filme foi exibido, na presença do cônsul português, Bernardo Futscher Pereira (a quem muito agradecemos), do comissário para a mostra cinematográfica, Pedro Teles Ramos (visitem a casa portuguesa que ele tem na capital catalã) e de quase uma trintena de interessados, entre os quais alguns estudantes portugueses; e mais precisamente, açorianos.
Da noite que se seguiu não há imagens. Mas recomendamos as especialidades gastronómicos do Bar Morrison. E gostámos de confraternizar francamente com os simpáticos X-Wife, enquanto descobríamos juntos as vantagens da caipirinha local.
Foi breve, mas muito agradável.





É natural. E ainda bem.
Para remediar a situação, eis uma pequena reportagem fotográfica da nossa ida a Barcelona, no princípio de Junho.
A viagem foi curta, e as imagens apenas cobrem parte do percurso diurno: aeroporto da Portela, aeroporto de Barcelona, digressão pelo Museu de Arte Contemporânea - mesmo em frente às faculdades de Filosofia e de Geografia e História da universidade local - passagem pelo Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona (CCCB), e finalmente chegada ao cinema Casablanca Graciá, onde o filme foi exibido, na presença do cônsul português, Bernardo Futscher Pereira (a quem muito agradecemos), do comissário para a mostra cinematográfica, Pedro Teles Ramos (visitem a casa portuguesa que ele tem na capital catalã) e de quase uma trintena de interessados, entre os quais alguns estudantes portugueses; e mais precisamente, açorianos.
Da noite que se seguiu não há imagens. Mas recomendamos as especialidades gastronómicos do Bar Morrison. E gostámos de confraternizar francamente com os simpáticos X-Wife, enquanto descobríamos juntos as vantagens da caipirinha local.
Foi breve, mas muito agradável.










31.5.07
Daqui a dias, em Barcelona...
Quem estiver em Barcelona - ou por lá passar - na próxima terça-feira, dia 5 de Junho, terá oportunidade de assistir à exibição de «Brava Dança» no cinema Casablanca. A sessão tem início pelas 20h00, com a projecção de «Mercado do Bolhão», documentário de Renata Sancho (2003), seguindo-se-lhe «Brava Dança» e uma posterior conversa connosco, os autores do dito. Após o que iremos provavelmente ramblar e, quem sabe, comer uma butifarra.
O evento está incluído na programação de uma semana de cultura portuguesa naquela cidade, intitulada Portugal Convida, por iniciativa do Consulado Geral de Portugal em Barcelona.
O evento está incluído na programação de uma semana de cultura portuguesa naquela cidade, intitulada Portugal Convida, por iniciativa do Consulado Geral de Portugal em Barcelona.
31.3.07
7 jovens... e músicos
Na recta final do processo de adesão à Comunidade Económica Europeia (hoje União Europeia) havia que mostrar um certo alinhamento com questões e comemorações do mundo ocidental, exibir alguma atenção e contemporaneidade. Em 1985 acontece o Festival Comemorativo do Ano Europeu da Música e do Ano Internacional da Juventude, que tem lugar na Estufa Fria, em Lisboa. Artes plásticas e música fazem parte do cardápio. Tocam os Heróis do Mar, GNR, Jorge Palma, Delfins, Fancy One e Sétima Legião. A RTP faz a cobertura. Rodrigo Leão quer mais. Quer paz!
30.3.07
Arte e Ofício - uns gajos do Norte
Surgem em Brava Dança referências aos Arte e Ofício. Mas afinal quem eram esses tipos? Sérgio Castro (baixo), António Garcês (voz), Álvaro Azevedo (bateria), Fernando Nascimento e Serginho (guitarras) vinham do Porto, e em tempos foram o melhor grupo português de rock. Ou talvez não, dada a salutar rivalidade que se fazia sentir entre eles e os lisboetas Tantra. Em todo o caso era difícil - e ainda hoje é - encontrar um cantor como Garcês. Ele e Sérgio Castro já tinham passado pelos Psico; e o baterista fizera parte dos Pop Five Music Incorporated. As imagens providenciadas pelo Videotoupeira oferecem-vos uma breve ideia de como é que tudo isto funcionava em conjunto.
29.3.07
Luso-Clubbing (parte I)
1982. AMOR.
O primeiro máxi-single da história da industria discográfica portuguesa. O 1º disco de platina atribuido a um artista português. O primeiro vinil português a ser tocado por dj's em clubes e discotecas. Portugal aprendia a dançar.
(Lisboa) Sonho nº 2
Recorte do Diário de Lisboa 04Jan1977, citado em Paulo da Costa Domingos, Asfalto, Lisboa: & etc., 1977 (Dezembro)
Notas sobre Portugal - 1978
«O "Quinto Império" de Pessoa não exigia já o delírio e a inconsciência e os vãos sacrifícios ao fim dos quais perdemos, como era previsível e até para cegos de nascimento, um império terrestre que só começou a existir a sério para a Nação quando surgiu no horizonte a possibilidade da sua perda. Com essa perda alterou-se em profundidade e definitivamente a imagem corporal que cada português, mesmo os que o não sabiam, transportavam consigo. Aparentemente, sem que isso tenha mobilizado a paixão e a inteligência pátria para reajustar à nova realidade portuguesa, amputada da sua existência secular de nação imperial e colonizadora, uma nova imagem. Depois de tantas décadas de convívio íntimo oficial com uma imagem particularmente irrealista da nossa História e das nossas possibilidades, o despertar dessa existência eufórica acabada em pesadelo tinha de arrastar após si o impulso duradoiro dessa mitologia nefasta. Como era de esperar, não seria uma Revolução caída do céu militar que poderia repor miraculosamente o País em condições de se readaptar, enfim, àquilo que é e que pode. As contas a ajustar com as imagens que a nossa aventura colonizadora suscitou na consciência nacional são largas e de trama complexa demais. A urgência política só na aparência suprimiu uma questão que também na aparência o País parece não se ter posto. Mas ela existe. Querendo-o ou não, somos agora outros, embora como é natural continuemos não só a pensar-nos como os mesmos, mas até a fabricar novos mitos para assegurar uma identidade que, se persiste, mudou de forma, estrutura e consistência. Chegou o tempo de existirmos e nos vermos tais como somos. Ao menos uma vez na nossa existência multissecular aproveitemos a dolorosa lição de uma cegueira que se quis inspiração divina e patriótica, para nos compreendermos em termos realistas, inventando uma relação com Portugal na qual nos possamos rever sem ressentimentos fúnebres, nem delírios patológicos. Aceitemo-nos com a carga inteira do nosso passado que de qualquer modo continuará a navegar dentro de nós. Mas não autorizemos ninguém a simplificar e a confiscar para benefício dos privilegiados da fortuna, do poder ou da cultura, uma imagem de Portugal mutilada e mutilante, através da qual nos privemos de um Futuro cuja definição e perfil é obra e aposta da comunidade inteira e não dos seus guias providenciais.»
Eduardo Lourenço, O Labirinto da Saudade - Psicanálise mítica do destino português, Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1978 (Junho)
27.3.07
Tantra
Os Tantra foram a primeira banda portuguesa a esgotar a lotação do Coliseu dos Recreios, em duas noites consecutivos de Dezembro de 1977, para os concertos de apresentação do seu primeiro LP, Mistérios e Maravilhas. No ano seguinte publicaram o segundo LP, Holocausto, que levariam depois em digressão pelo país. Entre um e outro disco, a formação do grupo alterou-se: mantiveram-se Manuel Cardoso (guitarra), António José Almeida (bateria) e Américo Luís (baixo), mas o teclista Armando Gama foi substituído por Pedro Luís, e Tony Moura, guitarrista e vocalista dos Psico, participou como artista convidado.
Graças ao Videotoupeira, eis um apontamento visual sobre o grupo que combina imagens desses dois momentos: no espectáculo de apresentação do primeiro disco, o cantor mascarado é Manuel Cardoso, e as imagens, embora fugazes, transmitem uma ideia (pálida) da pujança cénica dos Tantra; no segundo momento, em ambiente de sala de ensaios, é Tony Moura quem canta, enquanto Manuel Cardoso, agora sem máscara, se limita tocar guitarra solo.
Em ambos os casos, vê-se e ouve-se a presença do futuro herói baterista, a quem os demais chamavam «Chefe».
Graças ao Videotoupeira, eis um apontamento visual sobre o grupo que combina imagens desses dois momentos: no espectáculo de apresentação do primeiro disco, o cantor mascarado é Manuel Cardoso, e as imagens, embora fugazes, transmitem uma ideia (pálida) da pujança cénica dos Tantra; no segundo momento, em ambiente de sala de ensaios, é Tony Moura quem canta, enquanto Manuel Cardoso, agora sem máscara, se limita tocar guitarra solo.
Em ambos os casos, vê-se e ouve-se a presença do futuro herói baterista, a quem os demais chamavam «Chefe».
26.3.07
A Vaca de Fogo - 1987
Notas para uma cronologia: em Fevereiro de 1987, os Heróis do Mar apresentam ao vivo no Voxmania o novo álbum Macau. Em Junho, é gravado numa antiga igreja de Xabregas (bairro oriental de Lisboa) o primeiro álbum dos Madredeus - grupo constituído por Pedro Aires Magalhães, Rodrigo Leão e Gabriel Gomes (membros dos Sétima Legião), o violoncelista Francisco Ribeiro e a cantora Teresa Salgueiro.
O primeiro videoclip dos Madredeus, que durante muitos anos foi também o único, adaptou o ambiente castiço e bucólico do bairro de Alfama à canção «A Vaca de Fogo» - o primeiro êxito do grupo, particularmente nos seus concertos ao vivo. O filme foi realizado por Paulo Miguel Forte e marcou o início de uma outra aventura (mas essa audiovisual), que se chamaria Latina-Europa.
O primeiro videoclip dos Madredeus, que durante muitos anos foi também o único, adaptou o ambiente castiço e bucólico do bairro de Alfama à canção «A Vaca de Fogo» - o primeiro êxito do grupo, particularmente nos seus concertos ao vivo. O filme foi realizado por Paulo Miguel Forte e marcou o início de uma outra aventura (mas essa audiovisual), que se chamaria Latina-Europa.
24.3.07
Supersticioso - nas Eleições Presidenciais de 1986
Eis a histórica actuação "terrorista" dos HDM na noite da 2ª volta das eleições presidenciais de 1986: é Supersticioso, em versão agitada e integral, "hosted by" Carlos Fino e numa versão diferente do vídeo musical da mesma canção, anteriormente rodado numa jaula do Jardim Zoológico. O cenário fora inicialmente pensado para Pássaro Vermelho (...um gato é um gato/ um cão é um cão/ Portugal parece uma prisão...), tema que afinal nunca chegaria a ser ilustrado visualmente.
Wikitreta
«Os Heróis do Mar foram uma banda de rock portuguesa formada em Março de 1981 por: Paulo Pedro Gonçalves (guitarra), Carlos Maria Trindade (teclas), Tozé Almeida (bateria), Pedro Ayres Magalhães (baixo) e Rui Pregal da Cunha (voz). Todos os membros eram activistas de extrema-direita. [Carece de fontes] O Grupo acabou por se separar em 1990 devido a conflitos internos, e a Pedro Ayres Magalhães se ter inscrito no CDS-PP, pois o grupo era ainda mais à direita.[Carece de fontes].»
É verdadeiramente hilariante, o cabeçalho da página da Wikipédia dedicada aos Heróis do Mar! Mas, na prática, é triste constatar que o que foi pensado como ferramenta de trabalho colaborativo e inspirou a recente produção de wikis dos mais diversos géneros, anda a ser aproveitado por alguém para espalhar tretas - que, naturalmente, «carecem de fontes» - e enganar o povinho. E mais alguém, com supostas responsabilidades de supervisão editorial, permite que se publique a coisa assim. Pura negligência, ou pura má fé?
É verdadeiramente hilariante, o cabeçalho da página da Wikipédia dedicada aos Heróis do Mar! Mas, na prática, é triste constatar que o que foi pensado como ferramenta de trabalho colaborativo e inspirou a recente produção de wikis dos mais diversos géneros, anda a ser aproveitado por alguém para espalhar tretas - que, naturalmente, «carecem de fontes» - e enganar o povinho. E mais alguém, com supostas responsabilidades de supervisão editorial, permite que se publique a coisa assim. Pura negligência, ou pura má fé?
A primeira entrevista dos Heróis na rádio...
...foi feita por Jorge Fallorca, que rememora a situação no texto intitulado «Andam a dar-nos ópera...» , publicado no blog da Frenesi. Fica a pergunta do costume: o que foi feito desses arquivos?
Ver também Vozes Razoáveis (17), por Paulo da Costa Domingos
Ver também Vozes Razoáveis (17), por Paulo da Costa Domingos
23.3.07
Os Perspectiva (excerto)
Os Perspectiva eram do Barreiro, e foram uma belíssima aventura, feita (como se percebe aqui) de um intenso trabalho poético e musical. Aquele guitarrista de barbas e camisola riscada é o nosso António Pinheiro da Silva, três décadas mais novo. Também é ele que diz o poema inicial, parece-nos.
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