24.10.06

Hoje, depois da estreia, no Lux.

12 comentários:

Andrixxxx disse...

acho justissimo e de extrema utilidade a elaboração de um projecto como este, como jovem músico que sou tenho a clara consciência do que esta banda representou nos anos 80 (e daquilo que representa para mim), e desta banda nasceu uma outra que é a nossa grande instituição musical internacional. pessoalmente, tenho uma especial admiração pelo trabalho de Pedro Ayres Magalhães pois será um dos poucos mecenas vivos por estas terras...alguém que trouxe sempre algo de novo á música portuguesa sem cair na banalidade e mesmo assim disfrutar do sucesso que desses trabalhos adveio. é certamente daquelas pessoas (a par com o Carlos Maria Trindade) que poderia estar sempre na TV ou nas revistas, será certamenta uma das vozes mais conhecedoras de todo o universo musical português, de hoje, de ontem e possivelmente de amanhã. encaro este documentário com ansiedade pois sou um FAN desta banda,e perdido no tempo,muitas vezes sigo pelas ruas da minha cidade (porto) com nova tecnologia (mp3 walkman) ouvindo os trabalhos dos Heróis que em muito o foram devido ás muitas dificuldades que encontraram, e ao mesmo tempo conseguindo saudar-nos com trabalhos de extrema qualidade. deixo ficar um desejo final, que seria, que todo este projecto e movimentação pudesse no futuro abrir as portas a uma reunião da banda para um concerto ou mais do que um(á semelhança dos Trovante e recentemente dos Táxi),uma coisa é certa, os Heróis teriam muita gente á sua espera, embora eu saiba que pelas actividades profissionais de cada um dos membros que é dificil,mas é possivel. força para o vosso trabalho

Jorge Carvalho disse...

Espero que tenha sido uma boa estreia. Não pude assistir à exibição, pois já cheguei tarde à bilheteira, mas espero assistir em breve num cinema perto de mim, bravemente.

Parabéns
Jorge Carvalho

Anónimo disse...

Parabéns pelo fantástico trabalho: voces conseguiram contar muito bem a historia ( com matéria prima interessante, é certo, mas a forma como editaram foi quanto a mim brilhante). Eu tinha 15 anos qdo eles apareceram e fui correlegionário da "movida" criada por eles. Vivia intensamente aqueles momentos de aventura de altos e baixos, ora com concertos cheios, ora concertos às moscas. Ontem, voltei eu e muita gente daquela sala novamente a reviver muito intensamente a revista a este nosso passado "particularmente colectivo". Ha muito tempo que eu e toda essa gente, esperavamos por uma coisa assim. Por isso MUITOS parabéns mais uma vez pela vossa inspiração e sobretudo pelo vosso suor ;)
Mario Almeida
indieway@yahoo.com

Anónimo disse...

Ontem estive lá. Só posso dizer que valeu a pena o vosso esforço.
Que tal a vibração na sala?Houve mesmo comunidade presente - e cumplicidade. As gargalhadas foram catárticas, as palmas uma celebração. Precisávamos mesmo deste filme.
Contra os vários escolhos deste Portugal às vezes tão pequenino, continua a haver herois.
Parabéns e obrigada.

Eduarda

P.S. Para além da nossa geração, havia muita gente mais nova. Nesses foi interessante ver o olhar da descoberta.

Jesus Roque disse...

Another ZPJP joint!
Pois é... como sabem estive presente na abençoada premiere (para a qual fui por vós tão honrosamente convidado). Pude apreciar lá do alto do meu ninho :) um anfiteatro bem recheado de rostos que se entreolhavam, naquela curiosidade inocente. Estava uma noite dignamente romântica e vibrante.
Partilho convosco que, apesar da minha privilegiada perspectiva sobre a construção desta história, estava de olhos bem abertos para receber o remédio para a minha expectativa.
Queríamos as cinestesias e a kinesis daquela movida. Tivemos um filme que desmistifica sem desiludir. Que manipula sem enganar. Remix contextual e actualizado. Gostei da linguagem. E do Humor. Genuíno. Acho que o subtítulo poderia ser "Como fazer omolete sem ovos"...
Mais um capítulo escrito na história do movimento cultural, social, e das mentalidades em Portugal.
Obrigado por esta árvore que plantaram.
Foi uma honra e um prazer viver esta construção convosco.

Parabéns Ménios!

Dotchoss...

Anónimo disse...

Em duas palavras:
MUITO BOM!

Elemental

Anónimo disse...

MUITO BOM!!

Mario Almeida disse...

Só posso dizer que ontem vocês foram responsáveis pela maior viagem que fiz nos últimos tempos.

Tinha 15 anos quando os Heróis do Mar se juntaram e vibrei com a chegada deles com o primeiro concerto deles no RRendez-Vous e também sofri: como naquela entrevista do António Macedo ao Pedro A Magalhães na rádio, em que o Pedro habilmente respondia com astúcia, inteligência e maneirismo só dele, daquelas perguntas tendenciosas -um pequeno grande pormenor que vocês também acabaram por mostrar, entre muitos outros importantes.

A meu ver a forma de ver o fenómeno daquele tempo por parte de cada um dos heróis, está ali bem explícita bem como a daqueles que fizeram parte da "movida" e colaboraram com eles.

Considero o vosso trabalho, um documento histórico importante para as actuais e novas gerações que irá ser certamente ainda mais valorizado com o decorrer dos tempos. A história que ali está expressa, é no fundo a história de nós próprios. Vocês sabem muito bem, que a grande maioria das pessoas que esteve ontem a assistir à estreia de "Brava Dança", também sente o mesmo que eu.
Era um puto naquele tempo e queria ser mais velho para poder andar mais junto deles e viver mais de perto aquela vibração, aquela "rèverie", como ouviu aquele jornalista da RTF .

Aquele final com a ficha técnica a passar interrompidamente, tornou a coisa ainda mais apoteótica ;) ...vocês sabem muito, seus malandros...;)

Muitos parabéns mesmo pela vossa inspiração, mas sobretudo pelo vosso suor.

Um abraço
Mario Almeida
indieway@yahoo.com

k disse...

,,,

Anónimo disse...

Depois de ler todos estes comentarios estou franacamente curiosa por ver o documentário, pois eu ainda hoje sofro de Herois do Mar mania.

Vieille Canaille disse...

Que giro!!! Os Heróis do Mar! Fantástico! Que saudades! Estou ansioso por vêr o documentário!

Vieille Canaille disse...

Que giro!!! Os Heróis do Mar! Fantástico! Que saudades! Estou ansioso por vêr o documentário!